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Staatliches Bauhaus Weimar 1919-1923 — Lazlo Moholy-Nag |
Moholy - Nagy, que, antes de integrar o corpo docente da Bauhaus, já se havia familiarizado com a obra do construtivista El Lissitzy, criou uma inconfundível imagem visual para a escola usando formatos de letras simples, cores fortes, composições intrigantes de fotografia e texto. Letras avulsas, vogais e consoantes, eram isoladas e tratadas como elementos de composição. Uma abordagem tipográfica séria mas que continha um elemento quase teatral. Moholy-Nagy encorajava as tentativas de seus estudantes de “romper as convenções em relação ao conteúdo e à forma tradicional da tipografia e com isso, simbolicamente, o conteúdo e a forma da sociedade que aplicava mecanicamente as normas do passado”. Ele considerava tipografia e layout uma arte e uma ciência ao mesmo tempo que se desenvolvia a partir de técnicas de impressão. «A natureza e o objectivo da comunicação (folheto ou pôster) determinam a maneira e o uso do material tipográfico.» «Em contraste com o equilíbrio estático concêntrico de séculos, hoje busca-se produzir um equilíbrio dinâmico-excêntrico.».
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| Akzidenz-Grotesk schmal fett (Buecher-Grotesk halbfett) |
Segundo Jan Tschichold, a Grotesk é uma forma tardia das romanas, deturpada de todas as serifas e com um traço de grossura quase constante. Na Alemanha, estas «grotescas» aparecem a partir de 1832. A mais famosa das antigas sem serifa alemãs foi esta Akzidenz-Grotesk, produto tipográfico de autor anónimo, «mãe» das posteriores sem serifa feitas na Suíça do pós-guerra, da Helvetica e da Univers. Ainda hoje, alguns designers puristas, na Alemanha e na Suíça, dão preferência a esta letra austera e sóbria. Paralelamente à Akzidenz Grotesk, surgiu entretanto no mercado a AG Book e a AG Old Face, emitidas pela Berthold.
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| Bauhaus Fonte |



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